Segunda-feira, 17 de Outubro de 2011

As confusões da Indignação

 

No sábado, os Indignados tiveram os seus dez minutos de glória frente às câmaras. Em Lisboa, Porto e outras cidades portuguesas, e em mais 80 cidades da civilização ocidental.

Em Portugal nem as manifestações foram grandes, nem os seus slogans marcaram. Houve até duas confusões, gloriosamente ampliadas e consagradas pela comunicação social.

 

A primeira: que as manifestações em Portugal eram de solidariedade com o movimento mundial da Indignação, começado em Wall Street há duas semanas. As televisões se encarregaram de mostrar o que estava a acontecer noutras cidades, especialmente naquelas onde houve pancadaria forte, Londres e Roma. O verdadeiro motivo das nossas, que era a indignação com o que se passa connosco, ficou diluído.

Quem ganhou com esta situação: o Governo em particular e o sistema politico português em geral. O Governo e o Regime, por um lado são mesmo democráticos, deixam as pessoas ventilar a sua “justa indignação”, e por outro não se sentem minimamente ameaçados com esta indignação.

 

A segunda: que a breve cena de empurrões que ocorreu nas escadarias da AR foi porque a polícia queria socorrer um manifestante que desmaiara. “Um mal entendido”, disse o porta voz da polícia. Apesar da cena ter passado em directo nas tvs, ninguém contestou. Mais um ponto para o Governo, que não ficou com o ónus de ter reprimido pacíficos manifestantes.

 

Outra situação favorece o Governo: a maioria dos manifestantes, pelo menos os que apareciam nas câmaras, eram jovens estudantes, okupas e anarcas, vociferantes como os jovens devem ser. Não se viram as famílias com carrinhos de bebé e os pacatos cidadãos de meia idade que em Março tinham enchido os logradouros da Liberdade, em Lisboa e Porto. Portanto não estava lá uma verdadeira representação da classe média trabalhadora e micro-empresária que está a ser completamente esmagada pelas opções do Governo. Ainda não é a revolta tão temida e dada como certa pelos poderes constituídos.

 

Os verdadeiros atingidos pela desgraça que nos está a cair em cima não se manifestaram; as verdadeiras razões porque se deveriam manifestar não ficaram claras. É que não é apenas o empobrecimento da classe média e o fim do Estado Social que precisa de ser recusado; o que tem de ser denunciado é esse empobrecimento paralelamente à manutenção de todas as gorduras do Estado (institutos públicos, fundações, empresas estatais, etc.) e à ausência de punição para os que roubaram, ou foram incompetentes, e nos deixaram neste estado. Os incompetentes não serão indiciados, os corruptos continuam à solta. O sistema judicial foi montado cirurgicamente para que nenhum destes prevaricadores possa ser condenado, muitas vezes sequer indiciado. Ou as leis não o permitem, ou as normas processuais o tornam inoperante, ou os magistrados não se atrevem.

 

Enquanto uma multidão esfomeada e enfurecida não for bater à porta destas pessoas, conhecidas de toda a gente, o que se passa em Portugal é apenas folclore político, inofensivo e incapaz de mudar o paradigma. Mas talvez isso nunca venha a acontecer.

Os costumes, é sabido, são brandos.

 

publicado por Perplexo às 09:36
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127 comentários:
De Aluna atenta a 17 de Outubro de 2011 às 13:34
Fui à manifestação de Março e a esta não fui por uma razão simples, não vi motivos fortes e suficientes para me manifestar. Para além disso, odeio ser maria vai com as outras, e se fazem noutros países que o façam, agora cá que sejam originais. A originalidade é precisamente o que talvez toque em Governos, embora não acredite muito, pois vivemos em pleno fascismo democrático, e pelo que se pode observar o vulgo "político" está completamente a borrifar-se para as pessoas, para a dita classe média. Um exemplo disso vejo no caso dos subsídios de natal e férias. Não seria mais lógico por exemplo retirar maior parte das mordomias a deputados, presidentes da república, ministros, juízes, administradores e gestores de empresas públicas? Não seria mais prático e lógico começar por aí? Mas isso obviamente são para outras discussões. Voltando aos manifestantes, pertenço à lista dos indignados contra os indignados, porque de indignados não têm nada. Não os vi lutarem contra a "quase" privatização do SNS. Não os vi lutar contra o corte nos subsídios. Não os vi lutar contra o excesso de mordomias que existem... Foram para a rua porque nos outros países também o fizeram, apenas por isso... Cá para mim manifestaram-se aqueles que vivem de RSI e afins e não fazem absolutamente nada para trabalharem. Apenas viverem à custa do sistema. E para isso, chega a altura de usar a maior arma que temos (a famosa democracia) e acabam por votar nos do costume... best regards!
De Carlos Pinto a 17 de Outubro de 2011 às 15:10
Concordando com boa parte do seu comentário, ainda assim penso que o corte de que estamos a falar nos subsídios de férias e de natal é tão elevado que não poderia ser substituído pelos cortes naquilo que chama, e bem, de mordomias de alguns agentes públicos.
Apesar de tudo é este governo que está a fazer alguma coisa para cortar nas gorduras que fala, mas um verdadeiro emagrecimento do aparelho de Estado vai levar alguns anos a dar resultados visíveis nas contas públicas.
Eu vou ser directamente atingido com o corte dos subsídios, que me vai obrigar a apertar o cinto perto do último furo, mas não confundo fascismo com democracia, um não cabe na outra e é perigoso esbater essa fronteira.
Tivessem os anteriores governos sido mais competentes e não estaríamos agora à beira da falência e com o FMI a mandar no pais.
De Maria Lua a 17 de Outubro de 2011 às 15:48
ai pinto, pinto, assim nunca mais chegas a galo. Santa Ingenuidade!...
De Carlos Pinto a 17 de Outubro de 2011 às 16:53
Argumente, não seja ordinária.
De Fernando a 18 de Outubro de 2011 às 17:23
Sr. Pinto, eis alguns argumentos.

7 de Outubro de 2011
Crise!
Qual Crise? Para Quem?
Este governo prossegue na mesma linha de corrupção iniciada pelo Cavaco e que, depois dele, todos os governos, sem excepção, se empenharam dedicadamente em engrandecer.


[Clique no título do post para ler a continuação]


A medida mais gritante, inimaginável em democracia e que confirma a sua inexistência a qualquer pobre parvo que nela acreditasse, foi a sua decisão de esconder oficialmente a corrupção e o roubo, ambos já regulamentados por leis que legalizam ambos e protegem os autores. Os nomes dos políticos que pedem ao Estado a atribuição da pensão mensal vitalícia passaram a ser secretos.
Idem para a atribuição do subsídio de reintegração, outro roubo autorizado. Alguns até têm reformas de sítios onde nunca estiveram nem sonharam estar.

Quando o parlamento solicitou os dados atrás mencionados estes foram-lhes recusados em virtude de uma lei feita pelo mesmo parlamento (evidentemente), que proíbe a sua divulgação. Duas perguntas se impõem:
- Os deputados não conheciam a existência dessa lei que eles mesmos votaram, sendo assim ignorantes e incompetentes para as suas funções?
- Se pretendiam verdadeiramente obter esses dados por os acharem necessários, porque não modificaram a lei, já que ela lhes impossibilita o trabalho e isso estava nas suas mãos?
Estes acontecimentos patenteiam a ronha reles desses monstros de falsidade que dizem representar-nos.

O número de ex-políticos a gozar subvenção vitalícia não tem parado de aumentar, e é invariavelmente concedida. Já são mais de 400. Os encargos com estes chupistas não andam longe do milhão de euros mensais (links ao fim). Num ano custam uma boa parte da Segurança Social, de subsídios de desemprego, de subvenção dos transportes públicos (que como em todos os países dão perdas), etc., etc. é dinheiro que é sacado ao povo, destas e doutras instituições, para dar a chupistas oligárquicos que conduziram impunemente Portugal à miséria da população que não faz parte das oligarquias, famílias e amigos. Fazem inveja à máfia siciliana.

Então o impostor do ministro das finanças que pretende desculpar o aumento da taxa do IVA para 23% nas facturas do gás e da electricidade comparando-o com o que se pratica na maioria dos países europeus sem comparar os salários mínimos dos mesmos?

Ora vejamos alguns.

Luxemburgo € 1.757,56

Irlanda € 1.653,00
Bélgica € 1.415,24
Holanda € 1.400,00
França € 1.377,70
Reino Unido € 1.035,00
Espanha € 748,30
Portugal € 485,00



Segue o excerto dum e-mail recebido sobre o assunto.


Os partidos políticos criaram em Portugal, um sistema de roubo legal para os seus membros, baseado na acumulação de reformas e pensões vitalícias.
Só o número de ex-deputados com pensão para toda a vida (de todas as cores e para todos os gostos) já ultrapassa os 400 beneficiários. O valor dessa regalia rondará os oitocentos mil Euros por mês.

Mário Soares “papa de reformas” mais de 500.000 Euros por ano.

Alberto João Jardim, tem uma reforma do Estado de 4.124 Euros, obtida num serviço público onde nunca trabalhou (Secretaria Regional de Turismo), recebe um ordenado por inteiro de 84 mil Euros. Acresce a este valor mais 40% de despesas de representação, o que dá 94.467 Euros, ganha mais do que o primeiro-ministro espanhol.

Cavaco Silva recebe do Banco de Portugal 4.152 Euros, da Universidade Nova de Lisboa 2.328 Euros e de primeiro-ministro 2.876 Euros.

Manuel Alegre recebe um valor de 3.219,95 Euros por ter trabalhado um ano RDP num cargo que nem ele sabe qual era (1974/1975).

Santana Lopes obteve uma reforma de primeiro-ministro após seis meses de trabalho, que acumulou depois com a reforma de deputado.

Marques Mendes mal fez 50 anos de idade, tratou de logo de requerer uma pensão de 2.905 Euros.

Freitas do Amaral, ao saber que lhe faltava pouco tempo para obter a reforma vitalícia de deputado, desligou-se do CDS, mas não da Assembleia da Republica enquanto não completou o tempo necessário para a obter.

Carlos Brito, quando obteve a sua reforma, mandou “passear” o PCP, onde durante décadas militou.

Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua refo
De Fernando a 18 de Outubro de 2011 às 17:27
Cotinuação:

Fernando Rosas, dirigente do Bloco de Esquerda, quando atingiu os 8 anos necessários para solicitar a sua reforma de deputado, mandou a Assembleia às urtigas.

Mira Amaral, antigo ministro de Cavaco Silva depois de obter uma reforma de deputado, em 21 meses obteve uma reforma da Caixa Geral de Depósitos no valor de 18.000 Euros mensais.

Campos e Cunha, ministro das finanças de Sócrates, após ter trabalhado 6 anos no Banco de Portugal, e com apenas 49 anos, obteve uma reforma de 114.784 Euros.

Diogo Leite Campos, do PSD. À semelhança de outros camaradas de partido, bastarem-lhe 6 anos no Banco de Portugal para obter mais uma reforma do Estado.

Vasco Franco, figura de proa do PS, obteve uma reforma de deputado de 3.035 Euros. Recebe ainda uma outra como deficiente de guerra por ter sido ferido em Moçambique depois de 1974.

Centenas de governantes e deputados de todas as cores políticas, independentemente da sua idade ou da sua competência, têm sido contemplados e nós, os nossos filhos e os nossos netos iremos suportar por muitos e bons anos estas reformas douradas.


Alguém afirmou que «os políticos e os partidos venderam-se aos tachos, aos subsídios, aos privilégios do complexo industrial e financeiro da Europa central. E venderam-se contra os seculares direitos e interesses de Portugal e dos portugueses!» Os políticos «até têm prazer e enterrar Portugal e os portugueses desde que isso lhes garanta a manutenção dos vergonhosos e escandalosos privilégios.»

Valerá a pena correr com eles? Substituir uma máfia por outra no governo? É óbvio que é o que pretendem, roubar e destruir à vez. Valerá a pena correr com todos eles e substituí-los por outros que se rejam pelos mesmos princípios e leis que fizeram para legalizarem os seus roubos e gozarem de privilégios a que não têm direito? Nada mudaria, que os novos, num ano seguiriam o caminho desbravado e aberto que lhes oferecessem. Só há uma solução: domesticá-los. Proibi-los de tomar decisões sem a aprovação do povo. Devolução da soberania ao soberano. Não tenhamos ilusões, que é a única solução que produziu os resultados que o povo queria em países democráticos.

De sérgio a 18 de Outubro de 2011 às 15:37
atrasadas ... originalidades e alunas atentas.. vai lá vai
De semapelosnemagravos a 17 de Outubro de 2011 às 16:18
Oh Sr Carlos Pinto, será que vive em Portugal ou fora??? Tem consciência do que escreveu??? Acha que o Estado está a cortar nas gorduras???Santa paciência, pior cego é aquele que nõ quer ver!!!
Sinceramente acho que é preciso ter lata! Então aqueles mafiosos só roubam a quem trabalha e você acha que estão a cortar nas gorduras??' Meu caro a CP que é uma emprsa ónde está o Estado e tem um passivo de dívida de 7MIl e tal milhões de Euros, acabou de encomendar carrode de topo de gama para os seus directores.
Mas isso é uma gota de águ do que se sabe...
As reformas múltiplas e milionárias, das quais até o nosso presiddente beneficia embora não esteja a receber ordenado, mas muitos, muitos outros recebem aos milhares...tenha dó, porque eu estou com dó de si, da sua fraca cabeça, como disse uma comentadora, pinto pinto, nunca mais chegas a galo!!
De Carlos Pinto a 17 de Outubro de 2011 às 16:52
Você é que parece não saber ler nem viver neste país. Ninguém está satisfeito, ninguém está contente com os sacrifícios que estamos a passar, mas se estivesse melhor informado, bastava ler a comunicação social, saberia que mos últimos meses foram cortadas e mais serão agora muitas dessas gorduras, a começar pela limitação das reformas, o fim das acumulações de reformas e salários públicos, a redução das deduções com despesas no IRS, a limitação dos salários escandalosos dos administradores públicos, a redução dos salários escandalosos dos jornalistas da RTP, acima do próprio Presidente da República, a redução dos ministérios e secretarias de estado, a redução dos lugares de nomeação política, etc. , etc. , etc. .
Mas você pena num exemplo do passado, a CP, cuja administração foi nomeada pelo anterior governo e parece que ainda governa com a tripa-forra rosa.
Acha que é este governo com 4 meses o responsável pelo passivo da CP?
Só espero que o governo mande anular a compra dos carros novos e demita a administração da CP.
E use argumentos, deixe-se de provocação ordinária.
De José a 17 de Outubro de 2011 às 18:02
Carlos Pinto, concordo com o seu ponto de vista que é o meu e de toda a gente que tiver um bocadinho, pequeno, de inteligência. Estamos mal, é um facto, mas também em boa verdade não foi este governo a colocar-nos nesta perigosa situação, há vários anos que ouço especialistas falar que isto viria acontecer, só não ouviu quem não quis! Eu ouvi e lembro-me bem, agora vou pagar pelos os erros dos outros, porque quem decidiu mal foi quem acreditou que Portugal pode suportar uma multidão de gente sem fazer nada ou pouco produtiva! há vícios de todos os lados que é preciso acabar. O Presidente da República deu o exemplo, não recebe ordenado optou pelas reformas fruto do seu trabalho anterior. Eu não tenho esse tipo de reformas mas era só o que faltava andar a estudar uma vida inteira, ser um especialista e ganhar tanto como um baldas que está mais interessado nos resultados da bola! Isso é justo? Não acho. Preocupam-me sim aqueles que enriqueceram à nossa custa sem justificação alguma, isso é que é grave! E já agora, a CP, entretanto, anulou a aquisição das viaturas, isto digo-lhe a si, pelo que leio quer fazer um debate limpo e honesto mas outros há que estão aqui para insultar e ser ordinários! Os tais de desacreditam todos aqueles que lutam por uma vida melhor, enquanto uns, seriamente, procuram uma solução para o país outros há que andam a gozar com os acontecimentos e parecem estar a gostar imenso desta oportunidade, para exibir a estupidez natural que lhes vai na alma! Sabe é que "aceitou" e falou nas acções que o governo tomou para acabar com as tais mordomias, mas quem defende a anarquia, próprio de idiotas sem eira nem beira, incomoda-se, acabam-se-lhes os argumentos.
De Carlos Pinto a 17 de Outubro de 2011 às 18:23
Concordo inteiramente, caro José.
De Pedro a 17 de Outubro de 2011 às 21:55
Sr. José, pelo seu raciocínio eu deveria receber de ordenado um valor igual ao do Sr. Cavaco pois tenho o mesmo nível de estudos que ele. Mas posso dizer-lhe que recebo apenas uma pequena fracção da menor das suas reformas.
De anónimo a 17 de Outubro de 2011 às 18:16
A comunicação social, faz parte da mesma seita.

Amigo é na rua a nossa luta
À chuva ao vento e ao frio
Contra estes filhos da p…
E a grande p…que os pariu

De semapelosnemagravos a 17 de Outubro de 2011 às 22:21
Caro Carlos Pinto,
É o seu ponto de vista, cá para mim e segundo o que li, nas tomadas de posse mudam os boys das cambadas ...sempre assim foi e sempre ha-de ser. E esta reposta é tb para o José, estes senhores podiam ter feito muito mais em vez de estarem a mexer em subsídios, em ves dos 5% de desconto nos salários e outras medidas de treta que só afectam a quem recebe. Podiam tirara as pensões a todos os chipistas que andam a deitar abaixo a segurança social e que por culpa deles deixou de haver abonos para todos, que recebem aos 30, 40 e 60 mil euros de reformas. E não são poucos. Se for `s estaísticas da Eurostat, e vir Portugal, veja nas reformas uns poucos que ganham e beneficiam tanto como mais de 80% dos outros todos juntos!!!
Quanto aos da função pública ganharem mais,
verdade seja dita e por estudos independentes que vêm corroborar os dos INE, os funcionários ganham em média mais 400 a 600 euros do que os privados em funções semelhantes e mais, com muito mais regalias, que entretanto também serão cortadas. ;as há uma pequena diferente. Um dia de trabalho num bom contrato, é de 7 horas até há a 6, 45, mas na função pública, se trabalharem 6 h é muito.
Vou-lhe dar um exemplo. Em 2006 estava eu com as minhas dificuldades de tempo e dinheiro, a tirar mais uma licenciatura, porque infeliz,mente a empresa onde trabalhava fechou e como achei que se aprendesse mais poderia ter mais sorte, lá fui e em boa hora porque pelo menos aprendi muito mais coisas. Nesse curso andavam árias funcionárias da Universidade do Estado onde andávamos. Duas iam de vez em quando às aulas, mas uma que até era responsável por um sector da Biblioteca ia a todas as aulas e nunca andava com pressa...chega-lhe ou que mais exemplos, todos os documentos que era preciso comprarmos em fotocópias, alguma svezes partes de livros, massivos às 300 páginas. Elas tiravam no serviço, todas!!! Quer mais exemplos, tenho um rolque nunca mais acaba!!!

Conheço alguém que trabalhava no Min. da Agricultura no departamento da Caça, onde se tiravam as licenças, e foi com o governo do Cavaco, ficou mais de cinco anos em casa!!! a receber!!!! Quer mais???
Não foi minha intenção ofendê-lo e percebo muito bem o que diz, acredito que seja funcionário e acho muito bem se estes estejam indignados. Quem tem culpa foi quem acedeu às guerras dos sindicatos e lhes tenham dado o que iam pedindo sem poderem e dando a mais do que toda a população tinha. Nunca tive ADSE, nem operações pagas, nem viajei de borla, nem muitas outras coisas. Sim é de lamentar o estado de coisas a que se chegou, não há para dar aos estudantes mas há para se abastecer gasolinas em carros de serviço à sexta feira e depois de novo à segunda...foi de trabalho! Coitados, fartam-se de trabbalhar. Poderia dizer-lhe tanta coisa, mas prefiro não avançar.

O que neste caso e neste blog, que o Couto Nogueira disse à partida e muito bem das trapalhices da indignação, porque os que lá ficaram coitaditos, são estudantes, não têm emprego. Os que têm emprego tiveram de ir embora. Quem não trabalha, quando a recibos verdes, não ganha.

Mas dizia o exemplo que temos d eter em mente é do Cafara, isso sim, é um exemplo, é um modelo de como dever
iamos ser tiodos nós, muitos a blogar sem mais o que fazer ou a tratar mal quem não se conhece. Devemos estar unidos e ser um povo nobre, coeso e forte. Termos exemplos deste é digne de sermos ou tentarmos ser parecidos.
De Carlos Pinto a 17 de Outubro de 2011 às 22:51
Só posso concluir que você, apesar de tanto ter estudado, não só tem grandes dificuldades na escrita como também tem na leitura porque parece que não percebeu nada do que eu escrevi.
Porque eu nunca escrevi que estava indignado, no sentido dos "indignados" que se manifestaram.
A minha indignação é contra os governos passados que atiraram o pais de caras contra a parede e todos vamos ser esmagados.
É sempre possível encontrar exemplos pessoais negativos... mas confundir a árvore com a floresta é muito pouco inteligente.
Sabe uma coisa é que eu, mesmo sendo funcionário público, nunca estive de acordo com muitas reivindicações sindicais, talvez porque nem a minha mulher nem a minha filha serem funcionárias públicas.
Aliás, a minha filha até teve de ir a semana passada para a Polónia para poder ter alguma experiência profissional que a sua licenciatura ainda não lhe permitiu ter passados 3 anos da concluir.
E a minha mulher trabalha numa pequena empresa que corre o risco de falir no prazo de uma ano.
E eu já vi o meu salário reduzido em 10% e agora vou ficar sem subsídio de férias e natal.
Como vê, também teria razões para engrossar manifestações de "indignados" mas não acho que sejam solução.
E, imagine-se, até fui contra o aumento de 2,9% da função pública em 2009. Dizia eu aos meus colegas que pulavam de contentes: para o ano vamos pagar este aumento bem caro.
A factura acabou de chegar, muito mais pesada do que seria de imaginar.
De semapelosnemagravos a 17 de Outubro de 2011 às 23:13
Não, meu caro, apenas não estou para fazer correcção, que é difícil quando se escreve depressa. Não que dê erros, aliás tenho duas licenciaturas e uma pós graduação todas com 16 de média!
E percebi muito bem o que quis dizer. Ressalta a olhos vistos a sua cor de camisola.
Acho bem que defenda quem quer. Se todos pensássemos igual, mal seria de nós, e agora digo-lhe eu, carlos pinto, deixe de, não de ser ordinário, porque ordinário quer dizer comum, mas deixe de ser vulgar!
De Maria Gonçalves da Silva a 17 de Outubro de 2011 às 23:20
Imagine, numa casa só três empregos à nossa conta, sim porque quem trabalha para o Estado, só o faz porque nós pagamos impostos, embora agora e não foi há muitos anos que começaram a pagar impostos e até a segurança social. Antigamente só pagavam Adse.

Também estou cheia de pena de si, carlos pinto, se tem corte de 10% é porque o seu salário é superior a três mil euros e ninguém vai ficar sem os dois subsídios, se ficar é porque o vencimento é muito alto!
E é de muito mau gosto chamar a atenção de escrita, quando aqui foram feitos muitos erros ortográficos, mas o que está acima vê-se bem que é de dactilografia. Coitado de si, porde crer!
De Carlos Pinto a 18 de Outubro de 2011 às 16:10
A Srª Maria Gonçalves da Silva, também parece não saber ou não querer ler. Onde é que estão os 3 ordenados à vossa conta, diga-me lá onde leu esse disparate! Mas eu repito devagar a ver se percebe: o único funcionário público sou eu, a minha filha está desempregada e a minha mulher trabalha numa pequena empresa privada. Percebeu agora ou preciso de fazer um desenho?
E sabe mais, por não ler está muito mal informada, porque não é preciso ganhar 3000€ para ter uma redução de quase 10%. para ser mais preciso não ganho mais de 1700€ líquidos, isto para um lugar de dirigente já com despesas de representação incluídas, que também estudou que se fartou, licenciou-se, fez pós-graduações e tem formação própria e certificada para dirigentes.
Acha muito, ou está convencida que toda a gente é bem paga na função pública?
E não sabe que os cortes nos subsídios começam nos 1000€? Acha que é rico quem ganha 1000€?
E sabe que mais, eu comecei a trabalhar com 20 anos como operário da construção civil quando tive de deixar a escola para ajudar os meus pais e nunca tive nem pedi qualquer ajuda do Estado. Ainda fui fiel de armazém, empregado de escritório, desenhador
e foi com muito trabalho e esforço pessoal que 10 anos mais tarde voltei a estudar e cemecei a minha licenciatura. E ainda hoje, já depois do 50 anos continuo a estudar para poder melhorar a minhas competências.
E já trabalhei em empresas privadas, no sector cooperativo, a recibos verdes, etc.
E de tanto trabalhar e estudar, felizmente, em mais de 30 anos de trabalhos nunca tive um dia desempregado.
Mas não recebo, nem preciso das suas lições porque também eu, como todos os portugueses pago os meus impostos logo retidos na fonte.
Passe bem, e leia melhor.
De Pedro Vieira a 18 de Outubro de 2011 às 06:11
Caro Sr. Pinto:

Concordo em parte com o que diz, mas francamente...Reduzir o tecto das deduções fiscais em sede de IRS em gastos com a saúde, educação e outras é cortar nas gorduras do Estado? Eu sinceramente só vejo aumento de receita fiscal. Não preciso de ser economista para ver isso. O tão propalado corte na despesa corrente, mormente com salários, prémios de produtividade (!!!!), PPP´s, redução do número de chefias e de Conselhos de Administração...Onde está isso? É esmagando a classe média, da qual presumo que o senhor faz parte, que vamos lá? E sinceramente a mim não interessa quem nos colocou nesta crise. Eu quero é que o meu País saia dela. Mas todos sabemos que a culpa não é só do Sr. Pinto de Sousa (José Sócrates). É, também e maioritariamente, culpa das políticas completamente erradas de falta de estímulo à poupança das famílias e empresas, começando pela Empresa Estado...E podia ficar aqui a noite toda a argumentar consigo...

Cumprimentos
De Carlos Pinto a 18 de Outubro de 2011 às 16:18
Caro Pedro Vieira,

Não precisa de ficar a noite inteira a argumentar porque, obviamente sou bem capaz de concordar consigo em muitas das questões que refere.
Cumprimentos.
De José a 18 de Outubro de 2011 às 07:59
Basta ler a comunicação social?
Como dizia um cartaz na manifestação: "Desliga a TV; Liga o Cérebro".
Oh Santa Paciência!
De Carlos a 18 de Outubro de 2011 às 14:56
Pois Sr. Pinto, na verdade a melhor forma de reinar é sem duvida dividir. Sem ser ordinário e até porque a argumentação pode ir além da sua fronteira de conhecimentos, apenas posso tecer um comentário singelo: é patrão, não é? ou algo do género ? Simplesmente, pior de que um cego é alguém que se recusa a ver.
Quem sabe um dia...........
De Carlos Pinto a 18 de Outubro de 2011 às 16:21
Outro que não sabe ler? Mas sairam agora das Novas Oportunidades?
Vá estudar!
De Florbela a 18 de Outubro de 2011 às 15:53
O Sr. é que deve ser burro, porque qualquer pessoa inteligente, não acredita naquilo que a comunicação social diz, a comunicação social e o seu governo já não enganam ninguém , pelo menos as pessoas inteligentes.
Este pais está no caminho da modernidade, vai acabar com os pobres, matando-os á fome, vai acabar com os doentes, só queremos pessoas sãs, deixando - os morrer com falta de tratamento, e diminuir nas pensões, acabando com os idosos, ou morrem á fome ou morrem por falta de tratamentos e medicamentos.
Estamos a caminhar no caminho certo, vamos acabar por ser um pais rico, ai desculpe, UM PAIS DE RICOS.
ATÉ VER
De Camila a 18 de Outubro de 2011 às 17:38
Não foi para mim a pergunta, mas atrevo-me a responder: Não é este governo de 4 meses o responsável pelo passivo da CP ou pela crise. Ainda ontem o Ministro das Finanças disse muito claramente que a coisa começou a descambar há coisa de quinze anos para cá. Ou seja, começou com o Cavaco como 1º ministro e depois foi como se sabe: PSD, PS, PSD, PS, PSD... Se o próprio ministro o diz, quem sou eu para duvidar. Aliás foi a única coisa acertada que ele disse. Quanto às culpas, a única coisa que eu sei é que EU não sou culpada porque nunca votei nessa cambada.
De Rita a 18 de Outubro de 2011 às 16:25
100% de razão... O problema destas pessoas é que só vêm uma cor.

Enquanto a politica for como o futebol que só vêm para um lado estamos tramados.

De jorge a 17 de Outubro de 2011 às 23:05
sr carlos pinto tenho uma pena sua que ate chorei...

levou corte nos subsidios é porque recebe o ordenado minimo assim como eu... va-se tratar... se voce e muitos burros como voce vivessem com uma merd@ de 485 € mensais ai voce saberia o que é realmente apertar o cinto...
De Rita a 18 de Outubro de 2011 às 00:05
Ahh o nível... ou devo antes dizer, a falta dele....

Não admira que ganhes 485€, a "argumentar" e a disparar má educação como disparas...

Acho até que ganhas demais.

Havias, tu e outros como tu, de ter que te desenrascar estando desempregado e sem subsídio...
De Florbela a 18 de Outubro de 2011 às 16:01
Quanto á menina, já que tem tão bom principio, e talvez um grau académico que lhe permite não falar como o Sr. acima, deveria ser menos arrogante, pois, deveria conseguir descer até ao patamar deste Sr. e ver que supostamente, ele lá terá motivos para falar assim, pois eu essa palavra a mim não me indigna, depois de ouvir outros palavrões bem piores.
bem analisadas as coisas os dois tem motivos para estarem descontentes, por essa razão não deveriam voltar as cotas e criticar-se mas sim estarem do mesmo lado, É ISSO QUE FALTA A ESTE PAÍS E A ESTES TRABALHADORES, A UNIÃO
De Carlos Pinto a 18 de Outubro de 2011 às 18:28
Não se diz "pena sua", diz-se "pena de si".~
Olhe, vá estudar, talvez depois consiga que lhe paguem melhor.
De Ana Paula a 18 de Outubro de 2011 às 14:04
Concordo e subscrevo e concordo também com a Aluna atenta. Ambos têm razão.
De Anónimo a 17 de Outubro de 2011 às 15:20
Concordo, o mal do nosso pais esta na nossa ma gestão. Se acabarem com as mordomias e reformas acumuladas, o défice acabava.
De Gena Resende a 17 de Outubro de 2011 às 15:41
Desculpe lá, aluna atenta, mas não é verdade o que disse., por isso não caía na laia dos comunicadores sociais, que mandam para o ar notícias sem as confirmarem e de forma alarmista. Estava lá muito boa gente que trabalha e a recibos verdes e pasme-se para o Estado, muitos deles alunos de Mestrados e Licenciaturas, nas Universidades do Estado que não têm direito a bolsas porque recebem, pasme-se, o salário mínimo em recibos verdes. Pode??? Pode, porque estes gatunos que nos governam, tudo podem!!!

N não são apenas os pobres, e veja-se o que está a acontecer na Europa. O Couto Nogueira acertou na mouche com este artigo, lindamente escrito, como sempre. O problema não é nacional, o problema é geral, só que as pessoas estão apáticas, porque não querem crer no que lhes está a acontecer, É tão mau, que se duvida a possibiklidade de ser mesmo verdade, ou pesadelo!!

Se é atenta, seja mais atenta no que escreve, não ofenda quem trabalha e sem condições, em caves e arquivos nojentos, para ganhar a merda de quatrocentos e tal euros.
De Aluna atenta a 18 de Outubro de 2011 às 13:35
Sim, o problema é geral, mas no caso de Portugal bem podia ter sido evitado se as políticas tomadas por muitos governos anteriores fossem viradas para o futuro. No caso do Cavaquistão destruiu-se a industria, pescas e agricultura ao desbarato. Quanto à questão das bolsas do ensino superior sei perfeitamente do que fala, e vivo esse problema por ser uma estudante de doutoramento.
Quanto à manifestação achei que não deram ênfase às mensagens principais...
De ribeira.eu a 18 de Outubro de 2011 às 08:11
Eu creo que hay razons para manifestarse todos os dias, todos
De Ana Paula Sousa a 18 de Outubro de 2011 às 09:43
A jovem está um pouco equivocada. Eu estive lá. Tenho 49 anos e até tenho emprego mas fui porque não me submeto à farsa e à pilhagem social. Fui porque não aceito que me roubem. Fui porque quero os responsáveis punidos. Fui porque exijo outras respostas, outras soluções. Fui em meu nome e de todos os que querendo não puderam mesmo estar presentes. Fui porque clamo por dignidade. Fui porque exerço a minha cidadania em pleno. Fui porque não devo deixar que os outros gritem por mim se tenho voz para o fazer e pernas para caminhar. Fui porque sou coerente.
Posto isto devo-lhe dizer que não engrossar o protesto é ser conivente com a situação. Quer assim o queira ou não, foi isso que a jovem fez e mais uns milhares que preferiram ficar no sofá da sala.
Devo dizer que neste momento estão alguns jovens à porta de São Bento. Estão sós e não deviam porque a luta deve ser persistente e de todos para todos.
Temo que quando alguns acordarem, o façam já atirados para a sarjeta.
De Carlos a 18 de Outubro de 2011 às 14:59
Parabéns.
Melhor não podias ser. :)
O meu total apoio.
Estes manifs de teclado, de mmto incluso eu....
De Atenta trabalhadora a 18 de Outubro de 2011 às 09:49
Cara Aluna atenta

De facto o seu comentário é uma autentica contradição...

Não se manifestpu, diz..., porque não acha ter motivos fortes e suficientes para isso!! Claro que não pois ainda é uma "Aluna atenta". Quando passar a "Empregada atenta" aí vai ver esses motivos fortes e suficientes aparecerem no seu rendimento mensal. Para já só deve(?) aparecer nos bolsos dos seus pais...
Entretanto, e não me parecendo muito coerente com o que diz, logo mais no seu comentário, começa a relatar alguns desses motivos que diz não serem suficientes. Como ficamos???
Mais adiante diz também que não viu os chamados "indignados" lutarem por isto e por aquilo. E a menina, luta por alguma coisa??? É fácil estar sentada em casa a criticar enquanto os outros dão a cara para defender o povo. Há momentos em que o melhor é estar calada....
De Anónimo a 18 de Outubro de 2011 às 13:43
Em primeiro lugar o aluna atenta tem muitas interpretações. Felizmente não vivo dependente dos meus pais e mesmo durante o curso tive de trabalhar para o poder pagar. Sou aluna e bolseira de doutoramento se eventualmente souber o que isso é. Nunca soube o que eram férias, nunca soube o que é um subsídio de natal, nunca tive subsídios de desemprego, porque se algum dia estive desempregada, mesmo com licenciatura e mestrado não me importei de andar a limpar casas para me sustentar, portanto vá ofender quem mereça e não quem realmente trabalha. quanto à manifestação achei que teve pouco impacto e que das duas uma, ou deram uma imagem falsa do que foi ou então realmente não foi tão importante como deveria ser. Para mim esta manifestação não fazia muito sentido. Mas acho que deveria haver uma num futuro próximo porque estamos a verificar que quem vive à sombra do poder político tem o futuro garantido, e isso não me parece honesto. Mas também não me vou ralar muito, porque mais dia menos dia emigro e passados 5 anos mudo de nacionalidade porque com portugueses assim até tenho vergonha de o ser.
De Indignada trabalhadora, imagine-se a 18 de Outubro de 2011 às 10:26
talvez pudesse ter havido mais informação sobre o comentado.. talvez as televisões pudessem ter filmado as famílias e as pessoas mais idosas que lá estavam.

de resto, as reivindicações incluem de facto não só o fim dos privilégios desmedidos dos políticos como ainda vários pontos sobre o SNS, os transportes, os serviços sociais, as privatizações de outros serviços... não se trata de seguir a moda do mundo, mas de haver (ou procurar) uma união a nível mundial... dado que também noutros países existe a mesma tendência à extinção do estado social (se alguma vez houve intenção de que existisse)

ou talvez fosse apenas necessário que não apenas os desempregados e os precários respondessem ao apelo, e nao apenas quem nao quer trabalhar (acusação que pode sempre ser revista, considerando a situação actual)

mas justificações há sempre, para não agir ;)
De jpp a 18 de Outubro de 2011 às 11:55
Parabens....
De sérgio a 18 de Outubro de 2011 às 15:35
e uma revolução a nivel mundial não é ser original?? e o que tem a ver isto com originalidade, isto é uma necessidade!
De Moi memme a 17 de Outubro de 2011 às 15:12
Este post põe o dedo na ferida, quando diz que quem se manifesta nesta terra é nem mais nem menos que a franja mais "radical" do Berloque, naquela versão Chapitô. São esses e pouco mais, mas o problema, e ai acho o raciocinio expendido um pouco "falso" intelectualmente, é que sempre foi assim e sempre será, pois o povo empobrecido, ou pobre desde sempre se se quiser, e bem assim na maioria dos casos ignorante, sempre foi, é e será carneiro manso!! Não é de agora...

Parece que voltamos ao final do Séc. XIX e principio do Séc. XX, onde as elites faziam trinta por uma linha só porque se achavam os porta-vozes de todo o povo...tretas!!
De tambemdeesquerda a 17 de Outubro de 2011 às 15:57
Os comentários de leitores do seu post sugeriram-me a transcrição de um meu post do passado dia 14. Saudações.
"A ditadura da burguesia assume a forma democrática parlamentar (aquela que temos conhecido, nomeadamente desde a aprovação da Constituição, em 1976), enquanto a contestação das suas políticas antipopulares se mantém dentro dos estritos limites do respeito pelo direito à propriedade (seu valor supremo), ao trabalho (de todos os seus serventuários, incluindo os que o são inconscientemente, por falta de consciência de classe) e à mobilidade. Quando, perante um agravamento brutal das condições de vida do povo, a contestação irrompe com uma pujança susceptível de pôr em risco a manutenção do status, isto é, a sua dominação de classe, e em função do grau calculado de risco, a burguesia não hesita em pôr de lado a sua fachada democrática, assumindo a forma de ditadura terrorista – o fascismo que conhecemos durante quarenta e oito anos.



É com estes pressupostos que encaro as advertências de Pedro Passos Coelho e as repetidas referências na comunicação social à eventualidade da ocorrência de tumultos nas ruas das nossas cidades. Ciente do carácter profundamente injusto e da natureza de classe das suas políticas, a burguesia sabe que o clamor popular pode atingir proporções dificilmente controláveis e põe de sobreaviso os contestatários potenciais.



Neste contexto, o papel dos media é crucial. Repetindo vezes sem conta o discurso justificativo da austeridade, com o leitmotiv de que temos vivido acima das nossas possibilidades; instilando a ideia de que não há alternativa ao sistema em que vivemos e de que os sacrifícios são inevitáveis e atingem todos; criando a ilusão (se considerarmos os efeitos recessivos das políticas implementadas) de uma recuperação económica a prazo, eles comportam-se como missionários laicos, responsáveis por uma doutrinação persistente da religião do capital."

De semapelosnemagravos a 17 de Outubro de 2011 às 16:09
A cominucação social tem TODA a culpa do muito que se passa, porque na sua grande maioria são MAUS jornalistas.
O problema nacional é grave e não acredito que fique por aqui, tenho formação em Política e pliticas sociais e não acredito nem que Portugal vá em branda maré, nem que a Europa, digo melhor, o Mundo fique impune a este descalabro de medias absolutamente derrotistas.
Pois se até o velho Cavaco, que só fez mal enquanto governou, acordou e está a alertar e digo, muito bem, para não nos deixarmos governar por uma prepotende da Alemanha democrática (de democracia acho que ela não sabe o que é), e por um Hungaro que chegou á presidência do país que é o bastião e símbolo da Liberdade e Igualdade...ou então estamos mal, muito mal, porque se deixarmos estes dois avançarem mais, a Europa será palcos de túmultos que jamais se viveram no passado.

Não sei se quem lê este blog e outros tem a noção de que HÁ 85 MILHÕES de PESOOAS EM TODA A EUROPA QUE NÃO TÊM DINHEIRO PARA NADA, NEM PARA COMER UMA REFEIÇÃO POR DIA, OITENTA E CINCO ILHÕES EM TODA A EUROPA E SÓ NA EUROPA OU SEJA CERCA DE UM TERÇO DA POPULAÇÃO...ISTO DÁ QUE PENSAR, OU NÃO???
sEMPRE OUVI DIZER E A hISTÓRIA O DEMONSTRA, QUEM NÃO TEM, LUTA POR TER.
De Gena Resende a 17 de Outubro de 2011 às 15:58
José Couto Nogueira, parabéns!!

pôs a mão dentro da ferida, mas precisamos escarafunchar lá dentro e sangrar, porque enm o nosso 25 de Abril foi com violência, ~em aos que nos roubaram durante 40 anos, fizémos mal e deixámos-los sair impunes...por isso Salazar dizia que Portugal é um país de brandos costumes, somos demasiado pacíficos. Isso explica-se pela insolaridade e exposição a esta luz que nos rege, quanto mais radiação do sol recebemos mais pacíficos ficamos. Será?? Não sei, mas somos de facto um povo pacífico.

Sabem, só lamento não haver uma lei que tire de lá esta corja de gatunos, que disseram A, no programa eleitoral e agira fizeram B e X, se me faço entender.

Então as mexidas das taxas de IVA e demais medidas tomadas, já nem falo dos subsídios, porque infelizmente conheço muita gente que trabalha na função pública e que é chefe e ganha mais do que eu com duas licenciaturas e um pós graduação nunca ganhei!! E conheço muito boa gente que lá trabalha e para quem a palavra crise é para rir.

Pois é, as medidas deveriam ter sido, em primeiro lugar em equiparar os salários da função púbica ao privado, consoante as habilitações e não cortar subsídios. Era rasar os que estão lá a mandar com a antiga quarta classe e não me venham dizer que a 4ª classe de antigamente era o que hoje é uma licenciatura, por senão mando-os à merda.

A primeira medida a tomar era acabar com reformas milionárias, como fizeram outros países mil vezes mais desenvolvidos do que o nosso, reformas a partir de dois mil euros não havia e pronto. Gajos como o Mugabe lá da Madeira, nem salário, nem reforma, era a reforma máxima de 2 mil eros e já está. o problema é que estão são iguaizinhos ao anteriores dos outros governos PSD, estão a fazer a caminha onde se hão-de deitar. Ou seja, estão a tratar do seu futuro, pos claro. Então há direito que 20% dos pensionistas ganhem mais do que os restantes 80%???? Então o que tem de se fazer primeiro é isso e não vir com mais impostos.
Mas há muito "menino" que vive com reformas MÚLTIPLAS de 10 e 20 mil euros (O Mira Amaral trabalhou meia dúzia de meses numa empresa pública e recebe 18MIL EUROS por mês!!! e vai para os programas d edebate na TV cagar postas de pescada!!!) e que tem a família toda a viver à conta, e depois dizem mal do rendimento ´de reinserção social etc....
De Carlos a 18 de Outubro de 2011 às 15:06
Pois, agora é só acumular licenciaturas, mestrados, doutoramentos e outros graus académicos e verdade das verdades.......
Sabem menos que a antiga 4ª Classe.
Apenas porque, como aos animais nas estrada, tapam a visão lateral.
Um dia ...... Quem sabe.........
De Maria Gonçalves da Silva a 18 de Outubro de 2011 às 21:30
Carlos, cuidado!!! Possivelmente tenho idade para ser sua mãe, e já agora respondendo ao digníssimo sr . carlos pinto, nunca andei nas novas oportunidades e nunca referi que estudei apenas agora.
O meu curso, o primeiro tem mais de trinta anos, e não tenciono responder a mais nenhuma falta de educação, que aquele senhor que ganha 1700,00 euros diz, coitadinho, que lhe vão cortar os subsídios. Que pena...Quase quatro ordenados mínimos, só à parte dele...pelo modo de escrever e pela forma deve ser daqueles portugueses que regressaram ao continente sem cá nunca terem vivido, sem ofensa para estes.

Essa treta de que hoje se sabe menos do que com a antiga quarta classe é de partir o carolo...meu caro, ou melhor, meus caros ja que são pelo menos três a atacar, apenas a exposição a milhares de dados pela internet e pelo veículo daquela caixinha preta que mudou o mundo, em dez minutos, são massivamente absorvidos pelo cérebro dados de mais de 10 livros...se não acredita, vá aos sites científicos , vão vocês ver os dados científicos. Os miúdos hoje, sabem mais aos 9 anos de idade, que antigamente um homem em idade adulta. A todos os níveis!!

Mas mesmo que tivesse estudado pelas novas oportunidades, isso não dá o direito a ninguém de apontar o dedo seja a quem for, nem todos os paizinhos ganham 1700 euros para mandar os filhos solidificar os ensinamentos de qualquer licenciatura. Há muita boa gente, que conheço, jovens que ficam com cem euros para comer depois de pagarem o quarto, os transportes e as propinas, e que se formam com peklo menos um Bom, ou seja os 14 valores, muitos deles cujos pais devem ser pessoas simples e nada lhes podem dar, muito trabalham 60 horas por smana em trabalho precário, claro coisa que o sr carlos pinto não sabe o que é... e de certeza é pai da filhinha, super protegida e que andou numa faculdade a pagar mensalmente um batelão de dinheiro...casos especiais, desses que há muitos e que nos gabinetes de recursos humanos se costuma dizer que compraram o curso...
Ah e já agora, as Faculdades (com F grande, pois então) que frequentei, foram Letras, Direito, e Iscte , todas da Universidade de Lisboa.


Há pessoas que são ridículas, dizem mal dos miúdos que se manifestam, por um lado, por outro criticam o governo por não dar mais bolsas, ainda por outro lado, que os jovens não querem trabalhar, um outro disse que tinha visto lá uns "beduínos"...beduínos deves ser tu, calhordas . Isso diz-se de alguém, isso aponta-se a alguém...tive conhecimento, e sou mãe de cinco filhos, trabalhei mais de 34 anos até agora, e nunca vi tanta falta de honra e civismo e civilidade e de tudo e particularmente de educação.
Os jovens ou são presos por ter cão ou por não ter, pois eu, só tenho pena de não ter a idade deles, para estar ao lado deles, e lutar pelos direitos que acredito todos os jovens devem ter e esses tais que trabalham na administração pública e ganham 1700 euros ( quando um médico que chefia um hospital e com 16 anos de estudo ganha mais 500 euros!!!)é que os estão a deixar endividados, não querendo confundir a árvore com a floresta como o sr pinto usou uma bela figura de estilo...pena é que seja só floreados, mas do resto foi de uma baixeza que dá dó, de um topete que dá dó, tal como o carlos e o josé...vêm falar, falar, mas poss´ ivelmente não têm problemas em casa, nem filhos que se calhar quereriam estudar mais , mas precisam trabalhar. Ora vão todos passear e parem lá de dizer mal da juventude, porque no final quem teve parte da culpa foi quem fez o artigo, involuntáriamente sugere que são okupas e desocupados...claro, são sempre o pior, coitados dos jovens, cujo único pecado é mesmo ser o de ser jovens e inexperientes , porque no seu caminho hão-de ter sempre abutres como todos os que aqui disseram mal dos jovens e eu digo para vocês todos, PORRA !!

De CSP a 17 de Outubro de 2011 às 15:58
A minha opinião sobre o assunto em
http://claudiasousapereira.blogspot.com/
a ouvir amanhã na Rádio Diana, Évora, 94.1
De jorge a 17 de Outubro de 2011 às 16:06
razoes para reclamar e manifestar-se todos nos temos mas vamos a ser serios o que se viu foi gente que nao faz a minima ideia de que é passar necessidades, fome ou ter outras privaçoes do que é mesmo necessario mas sim muitos filhos mimados que foram habituados a ter tudo sem esforço...
De CAFARA a 17 de Outubro de 2011 às 16:15
Depois de ler o post e ver alguns comentários, concordo com algumas coisas, sim é verdade. Quem sofre com tudo isto não se manifesta, (embora tenha visto na TV alguns beduínos " que nem banho tomam "coitados" a reclamar só porque a TV existe.)
Depois de tanto se falar eu ainda não ouvi nenhum intelectual, dizer onde e como se deveria "cortar" até aqui ninguém é diferente do governo, ou seja sabe que tem de cortar mas não sabem onde. Eu digo-vos, trabalho desde que fui voluntário para a FAP em 1985, nunca tive férias, casei, comprei casa, tenho 2 filhos e nunca ninguém me deu nada. Trabalhei... Poupei... e hoje continuo a trabalhar aos fins de semana, na lavoura, coisa que 10.000 Portugueses não sabe que existe. Eu e minha mulher trabalhamos mais de 10 horas por dia, já fomos despedidos, a empresa onde a minha mulher trabalhava faliu e lá se foram meses de trabalho e subsídios , nós sabemos o que é sofrer quando muitos energúmenos gozavam férias no Algarve com dinheiro do banco. Nós pedimos dinheiro ao banco para comprar casa e esta está quase paga 15 anos depois (o credito era para 30 anos), depois de ser despedido constitui uma empresa que também atravessa dificuldades mas ainda não desisti e sabem porque? Porque nunca ninguém me deu nada e até o meu pai só me dava se eu merecesse. Agora existem os indignados, e eu pergunto indignados porquê? Porque estudaram nas universidades publicas pagas com os meus impostos? Porque tem um RSI suportado com os meus impostos? Porque tem um apoio ao arrendamento suportado com os meus impostos? Porque tem um sistema de saúde suportados pelos meus impostos? Porque querem que o estado lhes dê um emprego, suportado pelos meus impostos? Trabalhem peçam terra e cultivem-na nas horas vagas em vez de impedirem os outros de trabalhar, produzam... lembrem-se daquele senhor que foi á procura de trabalho e disse ao possível empregador que estava ali para lhe dar lucro e não á procura de emprego. Esse é o espírito trabalhar, render...só assim se consegue alguma coisa. Este povo filho de uma Nação Valente e Imortal, está a deixar revoltados os seus Egrégios Avós, esses que nos fizeram chegar á vitória da liberdade, da paz e do pão. Basta! Levantem hoje de novo o nosso Esplendor , levantem-se das Brumas do desemprego, garantam a vitória. Esqueçam aqueles que vos oferecem doces, é para vos enganarem "tolos". Eu sou um indignado por saber que existem indignados sem saber porque?
Imaginem se algum desses indignados, fosse lançado no alto mar com intenção de os eliminar, alguma vez eles iriam cruzar os braços e esperar morrer afogados, como era inevitável ? Não eles lutariam até que a morte os vencesse, nunca desistam de deixem-se de americanices e lembrem que são lusitanos e o nosso Hino é realmente importante para aumentar o nosso ego.
Tenho dito.
De semapelosnemagravos a 17 de Outubro de 2011 às 16:34
Ora bem,

Este comentário de CAFARA, faz-me ter a certeza que isto não vai ficar assim e que Portugal não é todo de Carlos Pintos e companhia, que ainda somos uma nobre nação. Este comentário, foi sem dúvida a melhor coisa que hoje li, depois,diga-se, do artigo do digníssimo Couto Nogueira!!

CAFARA, Parabéns pelo alento que nos dá e pela sua exposição de coragem. Pois é verdade, muito mal há, que temos de remediar, mas também temos de trabalhar, e muito, para levar esta nação para a frente.
Não desista da sua pequena empresa. Tem a força que precisa e o ânimo, estou certa!

Não se julgue que os nossos antigos navegadores iam de peito aberto para o mar. Para o desconhecido, iam borrados de medo, o mar era desconhecido, um mundo que ninguém ou poucos sabiam o que era, o que por lá se passava e as terras eram muito longínquas...mas lá foram e descobriram, é dessa força que estamos hoje a precisar, de sermos destemidos e fortes, nunca derrotistas.
Não é a fazer chincalha nas ruas que vamos a algum lado, nem a destruir os bens dos outros que também trablham e muito, é com esperança, com preserverança e força.

O testemmunho deste homem, deveria sair em todos os jornais deste país, para provar que nem todos somos encostados, fracos ou brandos, apenas somos contidos, mas espero que a explosão não se dê quando menos esperarmos.

A fome e o infortúnio atinge todo o Mundo, veja-se o que se passa no Japão, depois de terem perdido quase trinta mil cidadãos,da economoia ter levado um rombo de milhares de milhões, todos unidos estão a levantar a nação. Veja-se o que se passa na Islândia, onde deixaram cair todos os bancos...pois é, é preciso ter força. Um país que foi à bancarrota, e hoje está a levantar e passaram o quê, dois anos???

Não sei se alguém se dá conta, mas grande parte dos bancos estão "descalços" porque parte das pessoas voltou a comprar casas para investir, o dinheiro assim, está mais seguro !!

O nosso pais precisa é de força e verdade seja dita que os grandes males estão nas grandes cidades, onde mesmo em tempos bons, as pessoas não vivem, vegetam.

Abençoado Cafara!!
De Carlos Pinto a 17 de Outubro de 2011 às 17:34
COMPLETAMENTE DE ACORDO!
De susana a 17 de Outubro de 2011 às 18:08
Cafara, foi o melhor comentário que li até hoje.
Trabalhem, trabalhem, está tudo habituado ao facilitismo, ponham-se a mexer e produzam, mesmo que seja o que menos gostam de fazer mas ao menos sejam produtivos. Tenho 35 anos não sou formada, porque nunca tive pais com dinheiro para me pagar os estudos, mas nunca fiquei desempregada nem de baixa, tenho 2 habitações tenho carro, passo ferias......em Portugal , pois não sou muito viajada nem conheço o mundo como a maior parte das pessoas que conheço, mas amealhei e tenho os meus pertences, tenho uma profissão digna e já tenho mais de 15 anos de descontos. E ainda não desisti de ir para a faculdade, mas fiz o 12ºano á noite e farei a faculdade, mas esta gentinha que curso X e Y e falam como se fossem intocáveis e os coitadinhos pelo amor de deus sabem lá o que é lutar .
De Maria Gonçalves da Silva a 17 de Outubro de 2011 às 21:46
Susana, lindo ler o que escreveu. O que precisamos é ter gente assim, motivada e que não desiste.
De José a 18 de Outubro de 2011 às 08:04
Tem 750000 mil a ouvi-la dizer para irem trabalhar!
É preciso descaramento!
De j. Dias a 17 de Outubro de 2011 às 16:22
Pois, pois!
Falam todos bem. Aliás os esquerdistas, sobretudo da esquerda caviar, têm sempre boa retorica.
Mas a 1.ª pergunta é: Quem levou o país a esta situação? Quem ganhou com esta orgia dos últimos 15 anos? Onde está o dinheiro?
Quem adivinha a resposta?
De José a 18 de Outubro de 2011 às 08:06
Pois! E se perguntasse à Direita Caviar porque não quer a auditoria à dívida pública?
Oh Santa Ignorância!
De JP a 17 de Outubro de 2011 às 16:32
De facto este governo e o anterior governo, não estão a servir o povo mas sim a se servir do povo, quando existe mais um buraco no BPN de 350 Milhões de euros e não se passa nada, enquanto o homem mais rico de Portugal Sr. Amorim acha-se um mero trabalhador e recusa pagar mais impostos, não vamos a lado nenhum.
De Perplexo a 19 de Outubro de 2011 às 10:34
O buraco do BPN é de TRÊS MIL E SETECENTOS MILHÕES DE EUROS até à data.
De ELLOCO a 17 de Outubro de 2011 às 17:02
CONTINUAM TODOS COM MUITA PROSA E FALTA O ESSENCIAL:

FAZER CONTAS.

CONTAS DO QUE OS LADROES ROUBARAM.

SOCRATES, VARAS, DIAS LOUREIRO, PENEDOS, BAVAS, MEXIAS, GRANDAEIROS, ISALTINOS, COELHONES ...ENCHIA A INTERNET COM NOMES.

NÃO BASTA PENALIZA-LOS. HÁ QUE

1) PUNI-LOS
2) PRENDE-LOS
3) TIRAR-LHES O QUE LHES NAO PERTENCEM

COM ISTO FEITO, O POVO ACREDITA E ATE EU ESTOU DISPOSTO A SACRIFICIOS QUE ATÉ NEM SERIAM NECESSARIOS PORQUE A SOMA DESTES LADROES DEVE DAR MAIS QUE O EMPRESTIMO DA TROIKA.

A MASSA DEVE ESTAR EM ALGUM LADO PORRA.

E NÃO SE OFENDAM OS QUE NOMEEI POIS HÁ MUITOS MAIS, MUIISSIMOS... TODOS SABEM QUEM SÃO,. DE TODOS OS PARTIDOS E CORES FUTEBOLISTICAS E , E, E ....

IRRA QUE NINGUEM QUER ACEITAR ISTO ?...!!!
De Maria Gonçalves da Silva a 17 de Outubro de 2011 às 21:49
Que se saiba o S´+ocrates não roubou, pelo contrário, até estava com um belo programa para informatizar a educação, embora haja muita cabeça que não percebesse a intenção, tal como a aprendizagem do inglês que é lingua franca.
Pelo que vio das contas que apresentou antes e depois de governar, o que tem que não tinha foi de uma herança do avô!!!
E está lá preto no branco, tal comoa mãe dele que commprou casa depois de ter herdado.
De EL LOCO a 18 de Outubro de 2011 às 10:15
OH MARIA DA GRAÇA: EU PENSO QUE ESTÁ A IRONIZAR.

SABE QUE O RAPAZ ALEM DE IGNORANTE E MAL FORMADO ( EM ENGENHARIA, EM FINANÇAS, EM ECONOMIA, EM INGLES TAMBEM) E TEM UMA TENDENCIA PARA SE ENCOSTAR AOS LOCAIS DO DINHEIRO "POUCO LIMPO". QUE DEPOIS LAVOU TAMBÉM QUE LHE DEVE TER DADO ALGUM A SI PARA AJUDAR A DIZER ESTAS BESTIALIDADES E PALERMICES DE TIPO XUXA.

VOSSA MERCÊ OU NÃO QUER VER OU É PIOR QUE EU: LOUCA.
De Maria Gonçalves da Silva a 18 de Outubro de 2011 às 22:02
1º, não sou Graça...isto até tem graça...
2º Vi todos os documentos que o dito senhor apresentou, e sei que o que tem foi por herança. Se não acredita, vá ver, procure onde, já que sabe tanto.
Ah e sabe, gosto de ser louca...o Socrates é bom como o milho!!!

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